Toxina botulínica e DBS para distonia — ITDM, Rio de Janeiro.

Neurocirurgiã integrante da equipe do Movimento Mais, com atuação dedicada aos distúrbios do movimento.
Trabalha em conjunto com a neurologia e a neurocirurgia funcional no manejo das distonias — da indicação e aplicação da toxina botulínica aos casos com indicação de Estimulação Cerebral Profunda (DBS) do globo pálido interno.
⏱ Atendimento com tempo para ouvir paciente e familiares.
Distúrbio neurológico que causa contrações musculares involuntárias sustentadas, resultando em posturas anormais e movimentos repetitivos. Pode ser focal (um grupo muscular) ou generalizada.
Distonia cervical (pescoço), blefaroespasmo (pálpebras), distonia do escritor (mão), distonia laríngea (voz), síndrome de Meige (face). Cada tipo tem protocolo de tratamento específico.
Padrão-ouro para distonias focais, com eficácia superior a 80%. Injeções precisas nos músculos afetados a cada 3–4 meses. Seguro para uso contínuo e de longo prazo.
Nos casos resistentes à toxina botulínica, o DBS do globo pálido interno oferece controle sustentado e significativo — sem necessidade de reaplicações frequentes.
Diagnóstico e classificação do tipo de distonia
Decisão compartilhada sobre toxina ou DBS
Aplicação precisa da toxina botulínica
Ajuste de dose e reaplicações periódicas





Neurologia, neurocirurgia, fisioterapia e fonoaudiologia trabalhando juntas — sem encaminhamentos desnecessários.
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