Toxina botulínica para blefaroespasmo — ITDM, Rio de Janeiro.

Neurologista responsável pelo diagnóstico e tratamento clínico dos distúrbios do movimento no Movimento Mais.
Conduz a avaliação e a aplicação de toxina botulínica tipo A para distonias focais como o blefaroespasmo e a síndrome de Meige, com técnica de injeção precisa e ajuste individualizado de dose.
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Distúrbio neurológico que causa contração involuntária do músculo orbicular dos olhos, resultando em fechamento das pálpebras. Pode ser tão severo a ponto de causar cegueira funcional temporária.
Padrão-ouro para blefaroespasmo, com eficácia de 80–90%. Injeções finas ao redor dos olhos a cada 3 meses. O resultado aparece em 3–7 dias e dura em média 12 semanas.
Quando o blefaroespasmo é acompanhado de espasmo da musculatura facial inferior (mandíbula, lábios, pescoço). Tratamento também com toxina botulínica, com mapeamento individual dos músculos afetados.
Pacientes que não respondem adequadamente à toxina botulínica podem se beneficiar do DBS (Estimulação Cerebral Profunda), uma opção cirúrgica altamente eficaz para blefaroespasmo severo.
Diagnóstico diferencial e avaliação da gravidade
Protocolo de injeção personalizado por músculo
Aplicação de toxina botulínica tipo A
Ajuste de dose e reaplicações trimestrais





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